sábado, 28 de janeiro de 2012
Aos 29 anos, Sandy sabe lutar pelo que deseja...
Sandy completa 29 anos neste sábado, 28. Mais madura, a cantora já afirmou que, cada vez menos, se preocupa com a maneira como as pessoas a vêem. Aquariana com ascendente em Touro, ela é do tipo que se mantém teimosamente firme nos caminhos que escolhe, sem se importar com a opinião alheia. Também possui um intenso poder de realização, atraindo para si pessoas e situações que a levem até onde deseja ir.
Sandy faz 29 anos neste sábado ...
A cantora Sandy completa 29 anos neste sábado (28), festejando uma carreira de sucesso que dura mais de 20 anos.
Sandy Leah Lima nasceu no dia 28 de janeiro de 1983, em Campinas (SP).
Sua primeira apresentação ao lado do irmão Junior foi em 1989, no programa de TV Som Brasil. Mas foi em 1991 que eles gravaram o primeiro disco, Aniversário do Tatu.
Três anos depois, Sandy e Junior gravaram o terceiro álbum, Tô Ligado em Você, com os sucessos Splish, Splash e Meu Primeiro Amor.
Sandy se casou com o músico Lucas Lima, do grupo Família Lima, em setembro de 2008.
O último momento da dupla aconteceu em 2007, com o disco Acústico MTV.
Em 2010, a cantora lançou seu primeiro CD solo, Manuscrito. A partir da gravação desse álbum, ela tem feito shows e lançado clipes, sempre com o apoio dos fãs.
Sandy Leah Lima nasceu no dia 28 de janeiro de 1983, em Campinas (SP).
Sua primeira apresentação ao lado do irmão Junior foi em 1989, no programa de TV Som Brasil. Mas foi em 1991 que eles gravaram o primeiro disco, Aniversário do Tatu.
Três anos depois, Sandy e Junior gravaram o terceiro álbum, Tô Ligado em Você, com os sucessos Splish, Splash e Meu Primeiro Amor.
Sandy se casou com o músico Lucas Lima, do grupo Família Lima, em setembro de 2008.
O último momento da dupla aconteceu em 2007, com o disco Acústico MTV.
Em 2010, a cantora lançou seu primeiro CD solo, Manuscrito. A partir da gravação desse álbum, ela tem feito shows e lançado clipes, sempre com o apoio dos fãs.
Danton Mello e Sandy vivem irmãos na nova série...
Uma jovem revoltada e brava, que briga com todos por, simplesmente, não concordar com as escolhas alheias. Esta é Gabriela, personagem de Sandy em 'A reacionária do Pantanal', episódio da série As Brasileiras, que tem estreia na Rede Globo prevista para o dia 2 de fevereiro. Na história, Danton Mello interpreta Gustavo, um dos irmãos da protagonista.
Caçula da família, Gabriela achou um desaforo sua mãe, Olinda (Regina Braga) resolver abandonar a viuvez para se envolver com uma mulher. Revoltada, ela decidiu nunca mais olhar na cara da mãe, uma tarefa difícil de cumprir. Imagina não encontrar com alguém que circula no mesmo meio, que frequenta os mesmos lugares e conhece as mesmas pessoas, numa cidade não muito grande? Gabriela poderá não só enfrentar de vez seus preconceitos como caminhar juntinho a eles.
As Brasileiras: Sandy é par romântico do ator Guilherme Winter na série...
Sandy também está no elenco da série As Brasileiras, que tem estreia prevista na Rede Globo para o dia 2 de fevereiro. No episódio "A Reacionária do Pantanal", a cantora interpreta Gabriela, personagem que fará par romântico com Hugo, vivido por Guilherme Winter.
- Fiquei feliz com o convite e com o episódio. Trabalhar com o Daniel (Filho) é uma experiência sem igual - conta ela.
- Como a gente não vai querer ter a Sandy ? Ela é nossa heroinazinha, a pessoa que a gente viu crescer. Tem experiência, fez novela, filme. O resultado foi muito bom - garante Daniel.
Para interpretar a protagonista, a cantora contou com a ajuda da preparadora de elenco Rosella Terranova, o que foi fundamental para aperfeiçoar sua interpretação, como conta Sandy:
- Foi incrível. Ela faz a gente conseguir buscar a emoção no lugar certo e na hora certa, ajudando com os recursos necessários - diz.
As Brasileiras tem no elenco nomes como Alice Braga, Isis Valverde, Ivete Sangalo, Juliana Paes, Leandra Leal, Cláudia Jimenez, Sandy, Giovanna Antonelli, Xuxa, Fábio Assunção, Rodrigo Santoro e Marcos Palmeira.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Rouca, Sandy canta Michael Jackson em São Paulo...
São Paulo - Antes de subir ao palco para cantar Michael Jackson (1958 – 2009), Sandy Leah Lima atendeu a imprensa e deu sinais de ansiedade. “Não é fácil interpretá-lo e meu coração está acelerado, ainda mais que estou com um probleminha de garganta esses dias, estou um pouquinho rouquinha, então dá uma tensão, um medo de não dar conta de cantar”, disse ela na noite de segunda-feira, no Circuito Cultural Banco do Brasil, no Via Funchal, em São Paulo.
Sandy contou quais foram os critérios que a levou a escolher o repertório de 17 músicas, entre elas "Smooth Criminal", "I'll Be There" e "Why". “Eu escolhi a dedo músicas que eu sempre gostei desde a infância, sou fã do Michael. São músicas especiais pra mim, que eu sei que o público conhece e que tinha uma possibilidade de fazer umas releituras bacanas e trazer um pouco para o meu estilo, sem também descaracterizar a música dele”, falou.
Ao invés de arriscar a performance completa do cantor, Sandy preferiu dar uns passinhos a seu modo. “Não quis arriscar, ainda mais de salto, né? É melhor não”, falou Sandy aos risos. “Faz tempo, muitos anos que não danço, então não dava pra arriscar”, completou.
Para Sandy a “homenagem” é mais do que especial. Em 1992, aos 10 anos de idade, ela se apresentou ao lado de Michael, no primeiro show do cantor no país. Ela contou ainda a impressão que teve do artista.
“Eu fiz linguagem de sinais na música 'Will You Be There' e foi muito emocionante, marcou muito a minha vida. Lembro de detalhes até hoje: fiquei nervosa no meio e errei alguns sinais e ele colocou a mão no meu ombro calmamente, acho que foi pra me acalmar, sabe? Foi inesquecível. Senti uma calma muito grande nele. Entramos de mãos dadas e eu achei a mão dele muito grande e grossa. Ele nem era tão alto, mas eu achei ele grande", relatou a mulher de Lucas Lima
Casa cheia, na fila do gargarejo não podia faltar seus pais, o cantor Xororó e Noely, e seu irmão e ex parceiro de dupla, Junior Lima, que fez questão de levar a namorada, Raíssa Maciel.
Sandy contou quais foram os critérios que a levou a escolher o repertório de 17 músicas, entre elas "Smooth Criminal", "I'll Be There" e "Why". “Eu escolhi a dedo músicas que eu sempre gostei desde a infância, sou fã do Michael. São músicas especiais pra mim, que eu sei que o público conhece e que tinha uma possibilidade de fazer umas releituras bacanas e trazer um pouco para o meu estilo, sem também descaracterizar a música dele”, falou.
Ao invés de arriscar a performance completa do cantor, Sandy preferiu dar uns passinhos a seu modo. “Não quis arriscar, ainda mais de salto, né? É melhor não”, falou Sandy aos risos. “Faz tempo, muitos anos que não danço, então não dava pra arriscar”, completou.
Para Sandy a “homenagem” é mais do que especial. Em 1992, aos 10 anos de idade, ela se apresentou ao lado de Michael, no primeiro show do cantor no país. Ela contou ainda a impressão que teve do artista.
“Eu fiz linguagem de sinais na música 'Will You Be There' e foi muito emocionante, marcou muito a minha vida. Lembro de detalhes até hoje: fiquei nervosa no meio e errei alguns sinais e ele colocou a mão no meu ombro calmamente, acho que foi pra me acalmar, sabe? Foi inesquecível. Senti uma calma muito grande nele. Entramos de mãos dadas e eu achei a mão dele muito grande e grossa. Ele nem era tão alto, mas eu achei ele grande", relatou a mulher de Lucas Lima
Casa cheia, na fila do gargarejo não podia faltar seus pais, o cantor Xororó e Noely, e seu irmão e ex parceiro de dupla, Junior Lima, que fez questão de levar a namorada, Raíssa Maciel.
Sandy grava quadro do metrô com Valéria e Janete, Registro do encontro foi parar no Twitter...
Depois de devassa, Sandy vai virar bandida. Explica-se! É que a cantora participou do quadro do metrô com as personagens Valéria e Janete, do "Zorra Total".
O registro foi parar no Twitter do ator Rodrigo Sant'anna, que vive Valeria. Ele, é claro, não perdeu a piada e mandou na legenda: "Eu que ensinei a Sandy a ser bandida." As informações são do EGO.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Sandy encara com nobreza repertório de Michael Jackson...
A estreia nacional aconteceu no sábado, em Curitiba, como parte do Circuito Cultural Banco do Brasil...
A estreia nacional aconteceu no sábado (19), em Curitiba, como parte do Circuito Cultural Banco do Brasil. Além de Sandy cantando Michael, o projeto traz o repertório de Chico Buarque visitado por Maria Bethânia --que tem apresentação paulistana na terça (22)-- e as canções de Roberto e Erasmo Carlos recriadas por Lulu Santos --repetido por aqui na quarta (23). A direção é sempre de Monique Gardenberg.
E --quem diria?-- Sandy é mesmo a maior surpresa do pacote. Ela consegue escapar de todos clichês que envolvem a memória de Michael.
Os arranjos instrumentais, criados por ela com sua banda e o marido Lucas Lima, transformam delicadamente as canções sem descaracterizá-las. Não é que Sandy faça feio nas mais animadas, como "Bad", "Billie Jean", "Thriller" e "Don't Stop Till You Get Enought". Mas é nos números mais lentos que a cantora brilha de fato. Parece que foram escritos para a voz dela.
Exemplos? Calcado em piano, baixo e bateria apenas, "Ben" ganhou ares de cool jazz. "Music and Me" e "I'll Be There" têm sua raizes folk realçadas pelos violões de aço. E até "Earth Song", cafoníssima na interpretação original de Michael, ganha sobriedade e elegância na versão de Sandy.
Ela e Monique são precisas também na escolha dos elementos extramusicais que ajudam a trazer para o palco o universo do artista. Usam o chapéu, o colete vermelho de "Thriller", a luva, os paetês. Mas nada é mera fantasia carnavalesca, ninguém quer imitar Michael Jackson. Os objetos apenas insinuam o universo do cantor.
Em vários momentos do show, Sandy faz um paralelo entre sua história e a de Michael, "a vida dele foi exposta ao mundo desde pequeno, coisa com que me identifico". Talvez seja por esses espelhos, "Man in the Mirror", que ela consiga vê-lo além das caricaturas. E é preciso admitir: ela sabe do que está falando.
E --quem diria?-- Sandy é mesmo a maior surpresa do pacote. Ela consegue escapar de todos clichês que envolvem a memória de Michael.
Os arranjos instrumentais, criados por ela com sua banda e o marido Lucas Lima, transformam delicadamente as canções sem descaracterizá-las. Não é que Sandy faça feio nas mais animadas, como "Bad", "Billie Jean", "Thriller" e "Don't Stop Till You Get Enought". Mas é nos números mais lentos que a cantora brilha de fato. Parece que foram escritos para a voz dela.
Exemplos? Calcado em piano, baixo e bateria apenas, "Ben" ganhou ares de cool jazz. "Music and Me" e "I'll Be There" têm sua raizes folk realçadas pelos violões de aço. E até "Earth Song", cafoníssima na interpretação original de Michael, ganha sobriedade e elegância na versão de Sandy.
Ela e Monique são precisas também na escolha dos elementos extramusicais que ajudam a trazer para o palco o universo do artista. Usam o chapéu, o colete vermelho de "Thriller", a luva, os paetês. Mas nada é mera fantasia carnavalesca, ninguém quer imitar Michael Jackson. Os objetos apenas insinuam o universo do cantor.
Em vários momentos do show, Sandy faz um paralelo entre sua história e a de Michael, "a vida dele foi exposta ao mundo desde pequeno, coisa com que me identifico". Talvez seja por esses espelhos, "Man in the Mirror", que ela consiga vê-lo além das caricaturas. E é preciso admitir: ela sabe do que está falando.
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